Querida Solidao...

Toda menina merece um cara que, ao vê-la de moletom, cabelo bagunçando e sem maquiagem, olhe para ela e diga: “Nossa, você está linda”.

Carlos Santana.  (via maisumnasociedade)

(Source: whoiscarlos)

Via My hearts a stereo.

Você me faz bem e mal ao mesmo tempo.

(Source: eu-poetico)

Via I N C U R Á V E L

Você sabe meu nome, não minha história. Você sabe a cor dos meus olhos, mas não o que eles já viram. Então não sinta-se no direito de me julgar.

Lil Wayne     (via maisumnasociedade)

(Source: culpadasociedade)

Via My hearts a stereo.

Mas eu te pedi pra ficar, eu praticamente implorei! As pessoas disseram que foi humilhação demais, que eu sou idiota por isso, mas eu te queria comigo, não podia ficar parada assistindo você partir. Eu te pedi, eu me esperneei, fiz o maior drama do mundo, mas não fiz teatro. Eu fui sincera contigo, eu precisava de ti e falei isso. Aliás, eu falei, gritei, sussurrei, chorei… Eu tentei te convencer de todas as formas a voltar pra mim. E o que você disse? Você não quis! E eu vi que amor não se pede. Eu queria te arrastar, te pegar pela camisa e te trazer pro meu lado, de onde você não devia sair nunca, mas eu não podia. Tentei te trazer pra perto com todas as minhas armas. Eu fiz aquela voz fofa que você não resiste, eu chorei na sua frente e você não suporta me ver chorando, eu te olhei com esses meus olhos castanhos esverdeados brilhando em lágrimas, mesmos olhos que você diz ser a coisa mais linda em mim, e mesmo assim, você não quis voltar. E eu te odiei por alguns instantes, sabe? Eu não quis te ver, eu não quis precisar de você. Mas aí você vem, me chama de ”pequena” e toca no meu ponto fraco: você! E me faz ter esperanças de novo, me faz cair em amores por ti outra vez e dói essa queda, mas eu gosto da dor. A diferença entre nós, é que tu nunca vai precisar me pedir pra voltar… Eu nunca vou.

– FuckingFeel    (via meninacalada)

(Source: fuckingfeel)

Via I N C U R Á V E L

Você sempre me disse que sua maior mágoa era eu nunca ter escrito um texto sobre você. Nem que fosse te xingando, te expondo. Qualquer coisa. Você sempre foi o único homem que me amou. E eu nunca te escrevi nem uma frase num papelzinho amassado. Você sempre foi o único amigo que entendeu essa minha vontade de abraçar o mundo quando chega a madrugada. E o único que sempre entendeu também, depois, eu dormir meio chorando porque é impossível abraçar sequer alguém, o que dirá o mundo. Outro dia eu encontrei um diário meu, de 99, e lá estava escrito “hoje eu larguei meu namorado sentado e dancei com ele no baile de formatura”. Ele, no caso, é você. Dei risada e lembrei que em todos esses anos, mesmo eu nunca tendo escrito nenhum texto para você, eu por diversas vezes larguei vários namorados meus, sentados, e dancei com você. Porque você é meu melhor companheiro de dança, mesmo sendo tímido e desajeitado. Depois encontrei uma foto em que você está com um daqueles óculos escuros espelhados de maconheiro. E eu de calça colorida daquelas “bailarina”. E nessa época você não gostava de mim porque eu era a bobinha da classe. Mas eu gostava de você porque você tinha pintas e eu achava isso super sexy. E eu me achei ridícula na foto mas senti uma coisa linda por dentro do peito. Aí lembrei que alguns anos depois, quando eu já não era mais a bobinha da classe e sim uma estagiária metida a esperta que só namorava figurões (uns babacas na verdade), você viu algum charme nisso e me roubou um beijo. Fingindo que ia desmaiar. Foi ridículo. Mas foi menos ridículo do que aquela vez, ainda na faculdade, que eu invadi seu carro e te agarrei a força. Você saiu cantando pneu e ficou quase dois anos sem falar comigo. Eu não sei porque exatamente você não mereceu um texto meu, quando me deu meu primeiro cd do Vinícius de Morais. Ou quando me deu aquele com historinhas de crianças para eu dormir feliz. Ou mesmo quando, já de saco cheio de eu ficar com você e com mais metade da cidade, você me deu aquele cartão postal da Amazônia com um tigre enrabando uma onça. Também não sei porque eu não escrevi um texto quando você apareceu naquela festa brega, me viu dançando no canto da mesa, e me disse a frase mais linda que eu já ouvi na minha vida “eu sei que você não gosta de mim, mas deixa eu te olhar mesmo assim”. Talvez eu devesse ter escrito um texto para você, quando eu te pedi a única coisa que não se pede a alguém que ama a gente “me faz companhia enquanto meu namorado está viajando?”. E você fez. E você me olhava de canto de olho, se perguntando porque raios fazia isso com você mesmo. Talvez porque mesmo sabendo que eu não amava você, você continuava querendo apenas me olhar. E eu me nutria disso. Me aproveitava. Sugava seu amor para sobreviver um pouco em meio a falta de amor que eu recebia de todas as outras pessoas que diziam estar comigo. Depois você começou a namorar uma menina e deixou, finalmente, de gostar de mim. E eu podia ter escrito um texto para você. Claro que eu senti ciúmes e senti uma falta absurda de você. Mas ainda assim, eu deixei passar em branco. Nenhuma linha sequer sobre isso. Depois eu também podia ter escrito sobre aquele dia que você me xingou até desopilar todos os cantos do seu fígado. Eu fiquei numa tristeza sem fim. Depois pensei que a gente só odeia quem a gente ama. E fiquei feliz. Pode me xingar quanto você quiser desde que isso signifique que você ainda gosta um pouquinho de mim. Minhas piadas, meu jeito de falar, até meu jeito de dançar ou de andar. Tudo é você. Minha personalidade é você. Quando eu berro Strokes no carro ou quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso. E, ainda assim, nunca, nunquinha, eu escrevi sequer uma palavra sobre você. Até hoje. Até essa manhã. Em que você, pela primeira vez, foi embora sem sentir nenhuma pena nisso. Foi a primeira vez, em todos esse anos, que você simplesmente foi embora. Como se eu fosse só mais uma coisa da sua vida cheia de coisas que não são ela. E que você usa para não sentir dor ou saudade. Foi a primeira vez que você deixou eu te olhar, mesmo você não gostando de mim. E foi por isso, porque você deixou de ser o menino que me amava e passou a ser só mais um que me usa, que você, assim como todos os outros, mereceu um texto meu.

Tati Bernardi  (via maisumnasociedade)

(Source: segredosdeumpoeta)

Via My hearts a stereo.

Mc Donalds custava R$ 4,50. Meninas de 11 anos brincavam de boneca, meninos de 12 anos assistiam a Cavaleiros do Zodíaco. As músicas tinham coreografia. Tênis de luzinha era essencial, Kinder Ovo era 1 real. Maquiagem era coisa de gente grande. Pra saber da vida de alguém só lendo os cadernos de perguntas que fazíamos. Crianças tinham tamagoshi e não Celular. Merthiolate ardia. Gameboy era questão de status. Se você também teve essa INFÂNCIA Reblog.

(Source: eidinane)

Via My hearts a stereo.

Acontece que sempre foi você. Foi você quando eu passei a ouvir as músicas da banda que te agradava. Foi você quando eu olhei para trás ao dizer o último adeus. Foi você quando fui dormir tarde da noite. Foi você quando nada parecia fazer sentido. E ainda é você. E ainda sou eu, juntamente com aqueles restos de nós que ficaram espalhados pelo chão.

500 Days of Summer.  (via meninacalada)

(Source: prayersinthemoonlight)

Via I N C U R Á V E L

A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.

Chico Xavier   (via meninacalada)

(Source: segredosdeumpoeta)

Via I N C U R Á V E L

Ele não vai te ligar e pedir desculpas, talvez não fale com você nem por internet. Não vai se arrepender de nada do que fez, e nem reconhecer que errou. Não vai perceber que está te perdendo aos poucos, ou que já perdeu. Não vai pedir pra que tudo volte a ser como era antes, ele está feliz assim. Não vai dizer para os amigos que sente a sua falta ou algo do tipo, e nem lembrar de você ao ouvir uma música. Ele não vai passar noites acordado pensando no quanto poderia ter dado certo, nem vai ficar imaginando planos que um dia poderiam se realizar. Não vai sentir ciúmes ao ver você conversando com outro menino, e com toda certeza do mundo, não vai passar horas no seu perfil só pra saber como foi seu dia, ou se você se interessou por alguém. Ele não vai perceber que fez a maior burrada de sua vida, nem vai se lamentar por ter perdido a pessoa que o fazia sorrir. Ele não vai compartilhar fotos de casais no facebook, e nem escrever coisas tristes no twitter. Ele não vai chorar, nem sofrer e muito menos morrer de amor. Não vai dar justificativas do por quê de tudo ter acabado, e nem vai querer saber o que você pensa sobre, e nem como você reagiu a tudo isso. Ele não vai sorrir ao te encontrar na rua, e se te ver, não vai ficar pensando o dia inteiro em como seu cabelo estava lindo, ou em como o seu sorriso é estonteante. Ele não vai correr atrás de ninguém, e provavelmente logo estará com a menina mais fácil que encontrou por aí. Ele não vai te amar, isso, se chegou a amar um dia.

Marília Lopes  (via maisumnasociedade)

(Source: hiperb0le)

Via My hearts a stereo.

Sei que a tua boca já beijou a outra que não a minha. Sei que já amou a outros quando não me conhecia. Mesmo assim, teu carinho me tomou o peito, e hoje sem você não mais consigo ser do mesmo jeito.

Los Hermanos.  (via maisumnasociedade)

(Source: poetizador)

Via My hearts a stereo.

Me afastei né? Parei de responder né? Não falo mais contigo né? Pois é, é que uma hora a gente percebe que algumas pessoas só lembram da gente quando precisam, quando querem ajuda. Eu cansei, sabe? De ajudar quem mal vai retribuir com um obrigado depois. Não que eu queira algo em troca, mas às vezes é bom perceber que a pessoa se importa contigo da mesma maneira. Eu cansei. E não vou me importar de me afastar, nem que eu fique sozinho no mundo. Antes sozinho, do que cheio de gente que não consegue ter uma sequer conversa sem te pedir alguma coisa. É como se forçasse um assunto, fingissem que se importam, quando no fundo só querem o que você tem a oferecer. Isso pra mim é hipocrisia. E não venha me dizer que se importa. Se eu me afastei, conforme-se. Não precisa fingir que ainda me quer por perto porque gosta de mim, porque eu vou saber que é só pra você ter tudo de volta. A partir de agora é assim: Lembrou de mim só porque precisa, vou te esquecer porque nunca precisei de gente assim.

(Source: sabedorias)

Via My hearts a stereo.

Não é falta de assunto, é medo de incomodar.

(Source: sabedorias)

Via My hearts a stereo.

Eu não sei se vamos durar semanas, meses, anos ou a vida toda. Eu não sei quantas vezes vamos brigar, quantas vezes vou ter que engolir meu ego. Eu não sei o que vou ter que mudar pra ter você. Eu não sei se vamos nos casar. Não sei você me quer do jeito que eu te quero… Mas eu tenho certeza que mesmo que dure segundos vai valer a pena ter tentado, mesmo que a gente brigue 1 milhão de vezes, vamos ter o prazer de fazer as pazes todas elas. EU SEI QUE EU TE QUERO, e é isso que importa, você me faz bem e não me interessa o que os outros estão pensando: é a nossa vida, é a nossa história, é a gente que sente.

– (via maisumnasociedade)

(Source: fukingperfect)

Via My hearts a stereo.

Quem foi disse que eu tenho medo do amor? Não, não é nada disso. Não tenho medo do amor. O que eu temo é o que ele causa. Como aquela sensação de que as músicas que tocam no rádio foram escritas baseadas em algum relacionamento que eu já tive. Ou então todas as inseguranças e responsabilidade que eu acabo assumindo por amar alguém. As preocupações com pequenas coisas e o medo excessivo de perder. Aquele ciúmes agonizante por alguém apresentar perigo ou simplesmente pela possessividade. O problema não é o amor, e sim os efeitos colaterais. As noites de sono perdidas e a maneira como deixo de me cuidar, visando ser cuidada por alguém e quando não, ocupando meu tempo cuidando. Deixar de ser a minha própria prioridade, e depois quando tudo der errado, sofrer pelo o que eu fiz ou pelo o que eu não deveria ter exitado em fazer. Principalmente, temo todos os efeitos que o amor causa porque, no começo são as melhores sensações do mundo e depois que termina, fico sempre com a mesma pergunta em mente: “O que eu tinha na cabeça pra fazer aquilo?”

“Quando o amor vira uma droga.” Gabriela Machado.  (via maisumnasociedade) Via My hearts a stereo.


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